terça-feira, 31 de março de 2020

Celebrar a SEMANA SANTA e a PÁSCOA, em tempo de QUARENTENA


Na paróquia de Vila Praia de Ancora, unidos a todos os povos da terra 
Queridos irmãos
o bem de todos, pede que vivamos este Tempo, disponíveis para uma comunhão com Cristo e com os irmãos, aceitando o que nos é pedido. 

DOMINGO DE RAMOS - 5 de abril 
Cada família é convidada a construir uma cruz, que deverá ser colocada num local visível da sua casa (porta, varanda, portão, jardim, janela...). A cruz deverá ser adornada com ramos verdes e, se possível, com um pano roxo. A cruz deverá permanecer durante toda a Semana Santa.
Na Igreja Matriz, neste dia, o pároco celebrará, de forma privada, a Eucaristia às 10h. (Bênção dos Ramos será quando as condições o permitam).
A Missa Crismal de Quinta - feira Santa, na Sé de Viana do Castelo, com bênção/consagração dos Santos Óleos, fica suspensa. 

TRÍDUO PASCAL 
O pároco celebrará, de forma privada, as seguintes celebrações:
- Quinta feira Santa - Ceia do Senhor, na Igreja Matriz às 19h
- Paixão do Senhor - Sexta feira Santa, na Igreja Matriz às 15h
- Vigília Pascal - Sábado Santo, na Igreja Matriz às 21h 

DOMINGO DE PÁSCOA 
Na cruz preparada por cada família, os ramos deverão ser substituídos por flores, sendo ainda colocado um pano branco. As flores poderão ser de papel, feitas em família. Cada um é convidado a partilhar a sua cruz, com os catequistas e amigos, através das diferentes redes sociais.
O pároco celebrará, de forma privada, a Eucaristia da Páscoa, às 10h, na Igreja Matriz.
No Domingo de Páscoa os sinos repicarão para anunciar a alegre notícia da Ressurreição do Senhor. 

Vivamos este Tempo unindo as preocupações e alegrias a Jesus, nosso Salvador. 
Santa Páscoa, que acolhe as súplicas pelos que mais sofrem e trabalham e a gratidão de todos os corações. 
Pe Valdemar Fernandes, pároco de Vila Praia de Âncora

quinta-feira, 19 de março de 2020

Mensagem do Bispo de Viana do Castelo aos seus Diocesanos


Caríssimos Diocesanos, 

Com a declaração do estado de emergência nacional, vai agravar-se, para a grande maioria de nós, uma situação a que não estávamos habituados: a fazer a vida em casa. Reparem bem: a vida. Isto significa que, mesmo nestas circunstâncias, temos de continuar a viver. Há, para isso, que aproveitar a situação, para fazermos dela fonte de vida. Quem sabe, uma vida até mais verdadeira. 
Antes de mais, porque nela podemos reforçar a sua componente social, tão ou mais imprescindível que a individual. Tanto preciso dos outros, como eles precisam de mim. A começar pelos mais próximos: os familiares, para os quais, tantas vezes e por tantas razões, não tínhamos tempo. Agora, obrigam-nos a estar juntos: o marido com a esposa, os pais com os filhos e os filhos com os pais e, eventualmente, os avós. Vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana e várias semanas por mês. Quantas? Nem sabemos. 
Uma coisa deve ser intocável para nós: o respeito pelas normas que nos obrigam a estar em casa. Só assim se evita o temido contágio...e a morte que ninguém deseja, nem para si, nem para os seus, familiares, amigos, vizinhos ou simples concidadãos. Só assim eu amo a vida, a minha e a dos outros. Por isso, fiquemos mesmo em casa. Mas, repito, para viver. Como? 
Antes de mais, organizando o dia-a-dia: com horas para tudo o que for necessário e possível. Mas, cada coisa na sua hora; e umas em comum, outras individualmente. Passar o tempo à deriva, ao ritmo do que me vai apetecendo, tornar-se-á aos poucos fastidioso, insuportável. Organizemos previamente o nosso dia-a-dia, particularmente se temos crianças entre nós. Que bela oportunidade para serem ainda mais educadas a terem regras e a segui-las! 
Para nós, crentes, há coisas essenciais à vida e que, nas circunstâncias até agora normais, não fazíamos tanto ou tão bem. Mas agora podemos fazê-las e melhor. Refiro-me, em especial, à oração individual e em família: com pais e filhos ou apenas com marido e esposa. A partir de agora vamos ter, não só muito mais tempo para isso, mas também uma ótima e proveitosa maneira de o ocupar, a sós e com aqueles que formam o nosso núcleo familiar. 
Deste modo, evitaremos não apenas que a vida em casa se torne cansativa e insuportável, mas estaremos em comunhão com Aquele de quem recebemos a vida. Em vós, Senhor, está a fonte da vida; e é na vossa luz que vemos a luz! Assim nos ensina a Bíblia a rezar (Sl 36,10). Façamo-lo, se possível unindo as nossas vozes. E – porque não? – cantando. Diz S. Agostinho: quem canta reza duas vezes. E nós acrescentamos: Quem canta seu mal espanta – o mal da solidão, do medo, do desespero, da morte. Rezemos, pois, ao Deus da vida. Temos muito mais tempo e mais razões para isso. 
Neste sentido, proponho que se definam momentos e lugares de oração e se preparem esses momentos e lugares com textos, preferencialmente bíblicos, e símbolos (imagens, estampas, flores ou outras ornamentações), de tal modo que o espaço, em que rezamos em casa, se pareça com o de uma igreja e a família seja o que deve ser: uma Igreja doméstica, como família cristã que é. 
Na missa dominical (e outras), sugiro que se siga uma das muitas celebrações, transmitidas pela TV ou via INTERNET. Não assistindo; mas, participando, rezando, cantando (se soubermos), vestindo-nos do mesmo modo como quando vamos à igreja e fazendo os mesmos gestos que se fazem na igreja. Se assim for, será uma verdadeira Missa, excetuando na comunhão eucarística que, nestas circunstâncias, terá de ser espiritual. Guardemos, para isso e se possível, na altura própria, uns momentos de silêncio e recolhimento, se a celebração no-lo permitir. 
Julgo que há, mais uma vez, males que vêm (também) por bem. Há que aproveitá-los, já que não voltam mais – assim Deus o queira! Não sabemos quanto tempo vão durar. Mas, saber ocupar o tempo de modo útil e construtivo é, no mínimo, um dever, já que, como se diz, “a vida são dois dias” (mas longos). 
Convido-vos ainda a que partilhemos as experiências feitas neste âmbito. Hoje, felizmente, não há fronteiras na comunicação, e com a vantagem de estarem imunes de contágio viral. Troquemos ideias e experiências – como vários sacerdotes e fiéis leigos já estão a fazer – e teremos ainda mais o que é essencial à vida, agora mais do que nunca, nesta guerra em que todos nos encontrarmos: a união que, se for em e com Deus, será muito maior. 
Quero aproveitar a ocasião para deixar uma palavra a todos os que, por dever de ofício, terão de continuar a trabalhar e a encontrar-se com outras pessoas, expondo-se assim, ainda mais, ao perigo de serem infetados pelo vírus. Destaco, por razões óbvias, os profissionais de saúde e seus colaboradores, aos quais manifesto todo o meu apoio e, comigo, o da Igreja Diocesana a que presido. Estou convencido de que cada um de nós se revê e sente neles, já que fazem o que todos gostaríamos e quereríamos fazer e não podemos. Obrigado pelo que fazeis por nós. Iremos rezar por vós, confiando que o Senhor vos fará sentir a força da nossa oração. 
Estamos, afinal, num tempo que não é só de desgraça, mas também de salvação, ou melhor, de salvação que nasce da desgraça. Mas é precisamente este o mistério da Páscoa que estamos a celebrar: o da vida que surgiu da morte de Jesus Cristo ou, se quisermos, do amor que Ele viveu com a total oferta da vida. Talvez estejamos a celebrar a melhor Páscoa da nossa vida. Vamos aproveitá-la. 
Santa Páscoa! 
Viana do Castelo, 19.03.2020 (Solenidade de São José e Dia do Pai) 
†Anacleto Oliveira (Bispo Diocesano de Viana do Castelo)

sábado, 14 de março de 2020

COVID-19 (coronavírus) - Informação aos Fiéis Católicos que vivem e caminham na Fé nas Paróquias do Arciprestado de Caminha

Estimados e estimadas irmãs em Nosso Senhor Jesus Cristo, a Paz esteja convosco. 

1. A Conferência Episcopal Portuguesa, tendo em conta as indicações do Governo e das autoridades de saúde, emitiu, hoje, dia 13 de Março, o seguinte comunicado: 

Comunicado da Conferência Episcopal Portuguesa 
Em consonância com as indicações do Governo e das autoridades de saúde, a Conferência Episcopal Portuguesa determina que os sacerdotes suspendam a celebração comunitária da Santa Missa até ser superada a atual situação de emergência. 
Também devem seguir-se as indicações diocesanas referentes a outros sacramentos e atos de culto, bem como à suspensão de catequeses e reuniões. 
Estas medidas devem ser complementadas com as possíveis ofertas celebrativas na televisão, rádio e internet. 
Permaneçamos em oração pessoal e familiar, biblicamente alimentada, confiados na graça divina e na boa vontade de todos. 
Lisboa, 13 de março de 2020 

2. Após a publicação do comunicado da Conferência Episcopal Portuguesa, o Bispo Diocesano de Viana do Castelo, emitiu o seguinte esclarecimento: 

Esclarecimento da Diocese de Viana do Castelo 
Na sequência do comunicado desta manhã da Conferência Episcopal Portuguesa, o Bispo Diocesano de Viana do Castelo, D. Anacleto Oliveira, esclarece que não está autorizada a realização de qualquer celebração comunitária (que congregue fiéis de diversas proveniências). Isto significa que a celebração de Batismos, Matrimónios ou Funerais pode realizar-se unicamente na presença dos familiares mais próximos. Tendo presente este pressuposto, cada pároco determine, em cada caso concreto, os moldes da celebração, sempre no respeito por aquilo que a Igreja estabelece. 
O Bispo Diocesano exorta ainda os sacerdotes com problemas de saúde a não presidirem mesmo a estas celebrações mais restritas. 
Secretariado Diocesano de Comunicação Social de Viana do Castelo 

3. Atendendo às orientações superiores e tendo em contas as questões e preocupações manifestadas pelos fiéis, os sacerdotes que exercem o seu ministério neste Arciprestado de Caminha, reuniram, de forma extraordinária, ao final do dia 13 de Março. Desta reunião resultam as orientações que aqui se reproduzem. 

a) Atendendo ao espírito do Comunicado da Conferência Episcopal, são suspensas todas as Eucaristias com participação de fiéis, a partir de hoje. Os vossos Párocos continuarão a celebrar a Eucaristia diariamente de forma privada, rezando pelas vossas intenções. 
Exortamos a todos os fiéis que assistam à transmissão da Eucaristia Dominical e Ferial através dos meios de Comunicação disponíveis (televisão, internet, rádio e outros). 

b) Suspendem-se as celebrações comunitárias do Sacramento da Reconciliação habituais neste tempo da Quaresma (Confissões Quaresmais). Serão reagendadas para data posterior. Os fiéis que o solicitem individualmente serão atendidos em Confissão, respeitados as normas emitidas pelas entidades de Saúde. 

c) Suspendem-se as Visitas aos Doentes por parte dos Párocos, bem como as visitas dos Ministros Extraordinários da Comunhão. Mais se recomenda que se evitem as visitas privadas a todas as pessoas vulneráveis. A Celebração da Santa Unção e a Sagrada Comunhão aos Doentes em perigo de morte será assegurada pelos Sacerdotes a quem o solicitar. 

d) Suspende-se a catequese paroquial, bem como toda a atividade pastoral paroquial que implique reunião de pessoas (reuniões, ensaios e atos de piedade, nomeadamente Via Sacra, Adoração ao Santíssimo Sacramento, Oração Comunitária do Terço, Procissões…). 

e) Não haverá atendimento presencial de Cartório Paroquial. Se necessário, devem contactar os vossos Párocos por telefone, telemóvel e e-mail. 

f) Este ano não se realizará a tradicional Visita ou Compasso Pascal. 

g) As celebrações dos Batismos e Matrimónios serão celebradas com o mais reduzido número de familiares possível. Recomendamos, que, na medida do possível sejam reagendadas para data posterior. 

h) Os funerais serão celebrados exclusivamente com a presença dos familiares diretos. A Celebração Exequial decorrerá na Igreja Paroquial, ou outra Igreja da Paróquia, de harmonia com os costumes locais. Não haverá Celebração da Eucaristia Exequial. Utilizar-se-á “Celebração das Exéquias sem Missa” do Ritual das Exéquias. No final, o sacerdote acompanhará o féretro ao Cemitério, a pé ou em viatura própria, não se realizando o habitual cortejo fúnebre. A Eucaristia Exequial poderá celebrar-se após o levantamento destas restrições. Rogamos a todas as famílias que organizem estas celebrações em permanente diálogo com os Párocos e que entendam que, se algum dos vossos Párocos, seguindo as orientações do Bispo Diocesano, e dos médicos que os acompanham, não presidir às Celebrações Exequiais e solicitar a colaboração de outro Sacerdote, o faz por um bem maior que é a saúde. Manifestará a sua solidariedade por outros meios e, logo que possível, fá-lo-á pessoalmente. 
Sejam tidas em conta as indicações das entidades públicas acerca a organização dos velórios e às regras de distanciamento social. 

i) As Igrejas do Arciprestado, que habitualmente se encontram abertas, permanecerão abertas até indicação em contrário das autoridades competentes. 

j) Estejamos todos atentos ao evoluir da situação. Situações novas exigirão medidas novas. Comprometamo-nos todos na construção do bem comum. 
“As alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos aqueles que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo; e não há realidade alguma verdadeiramente humana que não encontre eco no seu coração. Porque a sua comunidade é formada por homens, que, reunidos em Cristo, são guiados pelo Espírito Santo na sua peregrinação em demanda do reino do Pai, e receberam a mensagem da salvação para a comunicar a todos. Por este motivo, a Igreja sente-se real e intimamente ligada ao género humano e à sua história.” (Concílio Ecuménico Vaticano II, Constituição Pastoral GAUDIUM ET SPES sobre a Igreja no mundo atual, nº 1) 

Os sacerdotes que, pela graça do Sacramento da Ordem, presidem às Comunidades Paroquiais do Arciprestado, apelam à serenidade e à compreensão destas medidas. 
Como alguém dizia por estes dias, aos nossos avós foi exigido ir para a guerra, a nós só nos é pedido que tenhamos um comportamento pessoal e social responsável, permanecendo em casa, na medida do possível, evitando comportamento de risco que poderão ser fatais para nós e para o círculo em que nos movemos. 
Invoquemos a proteção de Deus, na oração individual e familiar, para que esta pandemia seja controlada. Aproveitemos, entre outras, a proposta de oração que nos faz D. Bruno Forte, Bispo de Chieti-Vasto. 

Senhor Jesus, Salvador do mundo, 
esperança que não conhece a desilusão, 
tem piedade de nós e livra-nos do mal! 
A Ti imploramos a vitória sobre o flagelo deste vírus que está a alastrar, 
a cura dos doentes, a proteção dos que estão sãos, 
o auxílio para quem presta cuidados de saúde. 
Mostra-nos o Teu Rosto de Misericórdia 
e salva-nos com o Teu grande amor. 
Tudo isto te pedimos por intercessão de Maria, 
Tua e nossa Mãe, que fielmente nos acompanha! 
Tu que vives e reinas pelos séculos dos séculos. 
Amen! 

Os sacerdotes que peregrinam na Fé nesta parcela do Povo de Deus, o Arciprestado de Caminha

sábado, 22 de fevereiro de 2020

MENSAGEM AOS DIOCESANOS DE VIANA DO CASTELO PARA A VIVÊNCIA DO TEMPO PASCAL EM 2020


1. Eis o tempo favorável, eis o dia da salvação! Será com estas palavras que, na Quarta Feira de Cinzas, São Paulo (em 2 Cor 6, 2) irá apresentar-nos o tempo pascal que então iniciamos. É tempo de salvação, por nele celebrarmos o mistério salvífico que está no seu centro e o Apóstolo resume assim: A Cristo, que não conhecera o pecado, identificou-O Deus com o pecado por nosso amor, para que em Cristo nos tornássemos justiça de Deus (5, 21). É tempo favorável, em especial, para acolhermos o convite que precede e torna possível viver essa oferta da vida e vitória sobre a morte da parte de Cristo: Deixai-vos reconciliar com Deus! (5, 20). Que o mesmo é dizer: deixai-vos acolher por Deus, que no dom do seu Filho nos mostra até ao extremo como nos acolhe; e, por Ele acolhidos, acolhei-vos, a vós próprios e uns aos outros, morrendo com Cristo para o pecado, para vos deixardes invadir pela alegria daquele amor que é fonte de vida sem fim, a alegria da ressurreição. 

2. O próprio Cristo nos sugere, no Evangelho da mesma celebração de Quarta Feira de Cinzas (Mt 6, 1-6.16-18), os meios para esse acolhimento a que, na nossa Diocese e no presente ano pastoral, damos especial relevo: 
• A oração, para o acolhimento de Deus: uma oração pela leitura ou escuta mais frequente e atenta da sua Palavra e pela recepção devidamente preparada dos seus sacramentos, com destaque para o da Penitência ou Reconciliação; uma oração em que nos unimos de modo especial a Maria, a Mãe do acolhimento, meditando no amor que a fez estar junto de seu Filho crucificado, o momento em que Ele levou o seu amor até à consumação da se dar todo por nós. 
• O jejum, para o acolhimento de mim próprio: um jejum, primeiramente, de uma alimentação excessiva e, porventura, menos saudável; ma jejum também de tudo o que pode escravizar-me, alienar-me, antes de mais, de mim próprio: hábitos ou vícios que prejudicam a saúde, minha, dos outros ou do meio-ambiente; ocupações que me não deixam encontrar comigo e com os que mais precisam de ser acolhidos, sabendo que, quanto mais acolher mais acolhido serei. 
• A esmola, para o acolhimento dos outros: uma esmola que seja partilha de vida, de bens que dela fazem parte, porventura adquiridos a gastá-la; uma partilha que nasce da convicção de que o que tens e és provém, directa ou indirectamente, de Deus, recebido através das pessoas de que se tem servido para o dar; uma partilha que te possibilita prolongar a tua própria vida nas vidas daqueles a quem a dás; uma partilha que, deste modo, te conduz à alegria da ressurreição. 

3. Desta partilha, que está aliada ao jejum e se alimenta da oração, faz parte o nosso contributo penitencial, que este ano, será canalizado, em partes iguais, para dois fins: 
• Na Diocese, para o Gabinete de Atendimento à Família (GAF), ligado à Ordem dos Carmelitas Descalços e especialmente vocacionado para o acolhimento de pessoas, vítimas de desprezo e rejeição, violências e carências, e a precisar do nosso apoio solidário. 
• Fora da Diocese, para a construção da igreja do Sagrado Coração de Jesus, na aldeia de Tando-Zinze, Paróquia de Nossa Senhora das Vitórias do Lucala-Zenze, Diocese de Cabinda (Angola), no lugar da que foi destruída durante a guerra que devastou este País irmão. 

Congratulo-me, desde já, com todos os diocesanos pelos frutos salvíficos do tempo favorável e de salvação assim vivido. Para isso, que o Senhor, por intercessão de Maria sua e nossa Mãe, a todos encha das suas bênçãos! 

Viana do Castelo, 18 de Fevereiro de 2020, Memória de São Teotónio 
† Anacleto Oliveira

domingo, 13 de outubro de 2019

Novembro de 2019 :: CELEBRAÇÕES

Dia 1 de novembro - Todos os Santos 
11h15 - Eucaristia na Capela da Sra. da Bonança 
15h - Eucaristia na Igreja Matriz e visita ao Cemitério 
18h - Eucaristia na Capela da Sra. da Bonança 

Dia 2 de novembro - Dia dos Fiéis Defuntos 
7h - Eucaristia na Igreja Matriz e visita ao Cemitério 

Dia 9 de novembro - Jubileu das Almas 
14h - Confissões 
15h - Canto de Vésperas, Eucaristia e visita ao cemitério


Dia Diocesano da Música Litúrgica :: 3 de novembro de 2019 :: Auditório Paulo VI


terça-feira, 10 de setembro de 2019

Senhora da Bonança 2019

 A construção dos tapetes - clique aqui para ver

 A chegada da Sra. da Ínsua - clique aqui para ver

 
A Procissão de Velas

 A entrada das bandas - clique aqui para ver

 O cortejo etnográfico - clique aqui para ver

A Procissão Maior - clique aqui para ver

domingo, 27 de janeiro de 2019

JMJ 2022: Jornada em Lisboa é «vitória da língua portuguesa e da lusofonia» – Presidente da República

Marcelo Rebelo de Sousa mostra-se «muito feliz» com decisão do Papa Francisco.
João Pedro Gralha e Paulo Rocha (Agência ECCLESIA) e Aura Miguel (Renascença), enviados ao Panamá 

Cidade do Panamá, 27 jan 2019 (Ecclesia) - O presidente da República afirmou hoje que a decisão do Papa de convocar a Jornada Mundial da Juventude para Lisboa, em 2022, é uma “vitória de Portugal”, da “língua portuguesa e da lusofonia, confirmando desde já a sua presença. “Estou muito feliz, estamos muito felizes. Valeu a pena! Lá estaremos em 2022”, disse Marcelo Rebelo de Sousa numa declaração para a Agência ECCLESIA e a Renascença. O presidente da República considera que a realização da JMJ em 2022 em Lisboa é uma “vitória de Portugal, do povo católico português, vitória da Igreja Católica, vitória também do episcopado”, dirigindo uma palavra a D. Manuel Clemente que “tanto lutou por isto. Marcelo Rebelo de Sousa disse também que o anúncio da JMJ em Portugal é uma “vitória da língua portuguesa e da lusofonia”. “Na discussão do Vaticano, um ponto essencial era a abertura à África, continente onde nunca houve estas jornadas”, considerou o chefe de Estado de Portugal. Para Marcelo Rebelo de Sousa, Portugal é o país que constitui a “melhor plataforma giratória para todos os continentes e sobretudo para a África”, possibilitando a participação de “muitos peregrinos, muitos jovens” “Isso foi um argumento decisivo”, afirmou o presidente da República Portuguesa. “Conseguimos! Conseguimos, Portugal, Lisboa! Esperávamos, desejávamos, conseguimos”, festejou Marcelo Rebelo de Sousa. Marcelo Rebelo de Sousa está no Panamá desde o dia 25 de janeiro para participar na Jornada Mundial da Juventude que hoje terminaram com a Missa conclusiva, onde o Vaticano anunciou que a próxima edição do maior evento católico juvenil vai decorrer em Portugal, em 2022.

JMJ 2022: Escolha de Lisboa é «excelente notícia» – Cardeal-patriarca

D. Manuel Clemente fala em sonho de «há muito tempo» da Igreja Católica em Portugal


João Pedro Gralha e Paulo Rocha (Agência ECCLESIA) e Aura Miguel (Renascença), enviados ao Panamá

Cidade do Panamá, 27 de jan 2019 (Ecclesia) – O cardeal-patriarca de Lisboa afirmou hoje que a realização da Jornada Mundial da Juventude em Lisboa, em 2022, é uma “excelente notícia” e a concretização de um sonho da Igreja Católica em Portugal, de “há muito tempo”. “É uma excelente notícia e é também uma feliz confirmação de algo que já esperávamos há muito tempo em Portugal, porque as nossas 20 dioceses há muito tempo têm este sonho de ver uma Jornada Mundial da Juventude em Portugal, como será em Lisboa”, disse D. Manuel Clemente à Agência ECCLESIA e à Renascença. Para o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, a realização da JMJ em Lisboa sinaliza também “um grande dinamismo” da juventude católica que, “de ano para ano, manifesta ainda mais o gosto de ter um acontecimento destes”.

D. Manuel Clemente convidou “jovens de todo o mundo” a participarem na JMJ de 2022, especialmente aqueles estão ligados a Portugal “pela história e pela tradição”, nomeadamente “das Igrejas africanas de expressão portuguesa e não só”. Toda a gente lá vai estar com gosto e empenho e vamos fazer todo o possível para que corra de uma maneira fabulosa. Tão fabulosa como foi esta feliz notícia que o Papa Francisco nos acaba de dar: Lisboa, 2022, Jornada Mundial da Juventude”, concluiu o cardeal-patriarca. O Vaticano anunciou hoje, no fim da Missa de encerramento da JMJ do Panamá, que a próxima edição do maior acontecimento juvenil da Igreja Católica vai decorrer em Lisboa, em 2022.